Quadro social

Acadêmicos e cadeiras

Cada cadeira homenageia um patrono da vida literária jacarehyense e é ocupada por um membro efetivo eleito pelo plenário.

Cadeira 01

Vadô Cabrera

Salvador Cabrera Santiago

Patrono: Mário Guerra

Quadro de acadêmicos

Cadeira 01

Ocupante, patrono e produção literária.

Vadô Cabrera

Ocupante

Vadô Cabrera

Nome de batismo: Salvador Cabrera Santiago

Vadô Cabrera, cujo nome de batismo é Salvador Cabrera Santiago, é paranaense da cidade de Porecatu, onde nasceu em 1º de janeiro de 1955. Aos quatro anos de idade, sua família migrou para a capital paulista. Escreve desde jovem, ainda nos bancos escolares, mas foi na maturidade que deu vazão às suas inspirações poéticas. Em 1986, fixou residência em Jacareí, cidade do Vale do Paraíba, e começou a publicar seus artigos. Participou de vários concursos literários, com trabalhos publicados em algumas coletâneas. É membro efetivo e atuante da Academia Jacarehyense de Letras, ocupando a Cadeira nº 01, cujo patrono é o poeta Mário Guerra.

Mário Guerra

Patrono

Mário Guerra

Mário de Lima Guerra foi uma figura notável, com ligações às áreas da educação e da cultura, associado a atividades acadêmicas e intelectuais. Presidiu a Faculdade de Sabará e recebeu homenagens por sua atuação no setor educacional, sendo também celebrado pela Sociedade Artística Brasileira (SABRA).

Publicações

Capa do livro O Velho e o Rio

O Velho e o Rio

Segundo trabalho do autor, reúne crônicas de épocas e estilos diferentes, incluindo relatos e registros poéticos.

Capa do livro Reminiscências — Poesias em Dois Tempos

Reminiscências — Poesias em Dois Tempos

A obra reúne poesias que exploram as memórias pessoais do autor, resgatando experiências passadas e presentes.

Capa do livro Tempo de Deus

Tempo de Deus

Em seu terceiro trabalho, o autor reúne crônicas voltadas à relação entre tempo e espiritualidade, escritas durante a pandemia da Covid-19.

Cadeira 02

Luís Carlos Albertino

Patrono: Antônio Afonso

Quadro de acadêmicos

Cadeira 02

Ocupante, patrono e produção literária.

Luís Carlos Albertino

Ocupante

Luís Carlos Albertino

Luís Carlos Albertino escreve crônicas e contos desde 2015. Em suas crônicas, aborda eventos cotidianos; nos contos, convida o leitor a exercitar a imaginação. Fotógrafo profissional apaixonado, ministra cursos na área desde 2010 e fotografa eventos na cidade de Jacareí. É fundador e participante de grupos de leitura. Filho de Luiz e Maria, nasceu na casa de seus avós maternos em Jacareí, São Paulo. É marido de Ana Cristina e pai de Luís Gustavo. Na escola, não anotava em cadernos: guardava os aprendizados na memória. Começou a escrever por volta de 2015, mas não conservou esses primeiros textos. Somente em 2024 passou a escrever e arquivar seus trabalhos sistematicamente. Em sua primeira participação em um concurso literário, conquistou o segundo lugar pela Academia Taubateana de Letras.

Patrono

Antônio Afonso

Antônio Afonso é tradicionalmente reconhecido como um dos iniciadores do povoamento de Jacareí, por volta de 1652. Embora a tradição o cite como fundador, historiadores apontam que a fundação da vila, em 1653, foi um esforço coletivo de diversos moradores pioneiros, do qual ele fez parte. Integrava o grupo de desbravadores paulistas que exploravam o Vale do Paraíba. Seu nome é reverenciado na história da cidade e aparece como figura central, ou ‘pai’ de Jacareí, no hino oficial. Uma importante via central de Jacareí também leva seu nome.

Publicações

Capa do livro Crônicas e Contos

Crônicas e Contos

Cadeira 03

Cadeira vaga

Patrono: José Maria de Abreu

Quadro de acadêmicos

Cadeira 03

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

José Maria de Abreu

Patrono

José Maria de Abreu

Cadeira 04

João Azeredo Silva Neto

Patrono: Orlando Hardth

Quadro de acadêmicos

Cadeira 04

Informações do ocupante e do patrono.

João Azeredo Silva Neto

Ocupante

João Azeredo Silva Neto

João Azeredo Silva Neto é psicólogo, escritor e músico. Natural de Guaratinguetá, reside em Jacareí há mais de 40 anos, onde atua em sua clínica de psicologia há mais de três décadas. É membro da Academia Jacarehyense de Letras desde 2009 e ocupa a Cadeira nº 04, cujo patrono é Orlando Hardth. Sua formação artística começou cedo, com o estudo de piano na infância, que o levou a integrar conjuntos musicais como Caros Bossais e Colcha de Retalhos. Influenciado pelo ambiente literário familiar, consolidou-se como escritor e soma mais de 60 crônicas publicadas no blog Recanto das Letras. Em sua atuação profissional, analisou os impactos psíquicos da pandemia de Covid-19: segundo Azeredo, o isolamento social intensificou quadros de depressão e obsessão e prejudicou o desenvolvimento intelectual infantil pela falta de interação escolar. Apesar dos traumas coletivos, mantém uma visão otimista e acredita na extraordinária capacidade humana de superação e adaptação por meio da união entre o psíquico e o afetivo.

Orlando Hardth

Patrono

Orlando Hardth

Orlando Hardth foi um popular protético dentário de Jacareí, conhecido por seu carisma, alegria e trabalho com diversos consultórios locais. Era lembrado por circular pela cidade de bicicleta. Em sua homenagem, a Avenida Orlando Hardt, aberta por volta de 1990, recebeu seu nome. A via liga a Praça Conde Frontin ao Jardim Liberdade.

Cadeira 05

Elke Lubitz

Patrono: Henrique de Macedo

Quadro de acadêmicos

Cadeira 05

Ocupante, patrono e produção literária.

Elke Lubitz

Ocupante

Elke Lubitz

Elke Lubitz é catarinense e reside em Jacareí (SP). Pedagoga e poeta, é membro da Academia Jacarehyense de Letras. Publicou em diversas antologias e revistas eletrônicas. No final de 2019, lançou seu primeiro livro solo, Um quase Agora, pela Editora Penalux.

Henrique de Macedo

Patrono

Henrique de Macedo

Henrique de Macedo (1880–1944), natural de Jacareí (SP), foi escritor, jornalista, tradutor e membro da Academia de Ciências e Letras. Teve projeção nos meios literários de São Paulo e do Brasil. Entre suas obras estão Pátria brasileira, as crônicas de Paisagens que Passam, as poesias de Nova Primavera e Prosa Nobre, com crônicas e conferências teosóficas e maçônicas. Também escreveu sobre espiritualismo e esoterismo e é lembrado como autor de letras de hinos e canções.

Publicações

Um quase Agora

Primeiro livro solo, lançado no final de 2019 pela Editora Penalux.

Poema

Um quase agora

A palavra tempo Desliza entre escuros céus de tantas bocas Minúsculo assombro No apagar das luzes A palavra tempo é: Um quase agora A devorar instantes De uma quase vida.

Cadeira 06

Maria Thereza Ferreira Cyrino

Patrona: Maria Nilce Lencioni Senne

Quadro de acadêmicos

Cadeira 06

Ocupante, patrono e produção literária.

Maria Thereza Ferreira Cyrino

Ocupante

Maria Thereza Ferreira Cyrino

Maria Thereza Ferreira Cyrino é educadora e acadêmica, ocupante da Cadeira nº 06 da Academia Jacarehyense de Letras. Eleita presidente para o biênio 2026–2027, assumiu o cargo em 1º de janeiro de 2026, sucedendo João Azeredo Silva Neto e tornando-se a quarta mulher a liderar a instituição. Foi secretária municipal de Educação de Jacareí entre 2017 e 2024. Sua trajetória na gestão educacional inclui atuação no Centro Paula Souza e direção de escolas, entre elas a ETEC Cônego José Bento. Recebeu o Título de Cidadã Jacareiense. Sua contribuição à educação e à cultura de Jacareí se estende à valorização das letras na região.

Maria Nilce Lencioni Senne

Patrona

Maria Nilce Lencioni Senne

Maria Nilce Lencioni Senne foi educadora, poetisa, contista e cronista. Reconhecida como a ‘arquiteta e construtora’ da Academia Jacarehyense de Letras, teve papel fundamental na criação da instituição em Jacareí, em 2004. Publicou seus escritos em livros e coletâneas. Faleceu em 2006, aos 79 anos, deixando um legado de dedicação à literatura e à cidadania. Seu nome foi dado a uma rua de Jacareí em homenagem à sua contribuição para a cultura local. É a patrona da Cadeira nº 06.

Publicações

Capa do livro Adoro o mundo que a gente não vê!: coincidências, memórias, certezas

Adoro o mundo que a gente não vê!: coincidências, memórias, certezas

Este livro reúne algumas destas várias histórias verídicas e reflexivas que a mim constatam diariamente que o invisível é visível aos olhos do corpo, da mente e principalmente do coração, através dos mais diversos sentidos. Eles estão aí, o tempo todo e não é privilégio meu não, está para todas as pessoas, é só começar a prestar atenção. Naturalmente conectamos fatos, sonhos e desejos que entregamos ao universo em forma de energia vibracional eletromagnética, como as ondas do rádio. Pronto, no invisível estas conexões acontecem, sendo que o tempo todo se apresentam e realizam, toda vez que for para o Bem Maior. Eu confirmo, para mim é assim sempre. E com você leitor, já passou por estas experiências? Que tal começar pela atenção aos sinais, ampliar seu sensível e deixar fluir naturalmente. É quando percebemos o poder da mente, das certezas internas, para tudo aquilo que nasce da nossa senda original: o AMOR.

Cadeira 07

Helenita Scherma

Patrono: Verano Câmara

Quadro de acadêmicos

Cadeira 07

Informações do ocupante e do patrono.

Helenita Scherma

Ocupante

Helenita Scherma

Helenita Scherma é psicóloga, escritora e membro da Academia Jacarehyense de Letras. Com uma sólida trajetória clínica, possui especialização em Psicologia Clínica e pós-graduações em Psicoterapia Cognitiva, com ênfase em depressão, e Psicoterapia Sistêmica de Casal e Família. Sua experiência inclui passagem pela Associação Brasileira da Síndrome do Pânico e formação específica em transtornos de ansiedade e de humor. Além da psicologia, atua como terapeuta floral (Practitioner pelo Instituto Dr. Edward Bach, Inglaterra). Escreve desde a adolescência e possui dois livros publicados, consolidando sua presença na cena cultural do Vale do Paraíba. Sua trajetória ganhou destaque jurídico e literário devido à defesa de seus direitos autorais. Em decisão da 38ª Vara Cível de São Paulo, obteve o reconhecimento da autoria do poema ‘Canção do sonho acabado’, escrito em 1994 e publicado em 2006, que vinha sendo erroneamente atribuído a Cecília Meireles em diversos sites. A Justiça determinou reparação por danos morais e retificação pública da autoria, reafirmando a integridade de sua obra poética.

Verano Câmara

Patrono

Verano Câmara

Verano Câmara atuou na política de Jacareí no início da década de 1950, durante a primeira legislatura da Câmara Municipal (1948–1951). Foi um dos suplentes que assumiram o cargo de vereador na estrutura legislativa inicial do município. Seu nome foi dado à Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Verano Câmara, localizada na Rodovia Nilo Máximo.

Publicações · Poema

Canção do Sonho Acabado

Já tive a rosa do amor - rubra rosa, sem pudor! Cobicei, cheirei, colhi, mas ela despetalou e outra igual, nunca mais vi. Já vivi mil aventuras, me embriaguei de alegria; mas os risos da amargura, no limiar da loucura, se tornaram fantasia... Já sonhei felicidade, - mãos dadas, fraternidade ideal e sem fronteiras. Utopia! Voou ligeira nas asas da liberdade... Desejei viver! Demais! Segurar a juventude; Prender o Tempo, na mão; Plantar o lírio da Paz! Mas nem mesmo isto, eu pude: Tentei, porém, nada fiz... ... Muito, da vida, eu já quis. Já quis... mas não quero mais!...

Cadeira 08

Cadeira vaga

Patrono: A. Borges

Quadro de acadêmicos

Cadeira 08

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

A. Borges

Patrono

A. Borges

Cadeira 09

Dr. Mario Nilton Pinto Werneck

Patrono: Professor José Simplício

Quadro de acadêmicos

Cadeira 09

Informações do ocupante e do patrono.

Dr. Mario Nilton Pinto Werneck

Ocupante

Dr. Mario Nilton Pinto Werneck

Dr. Mario Nilton Pinto Werneck é cardiologista, clínico geral e poeta atuante em Jacareí (SP). Formou-se em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre 1978 e 1986, e especializou-se em cardiologia pela Associação Médica Brasileira (AMB), entre 1987 e 1989. Atende em consultório próprio no centro de Jacareí, na Rua Carlos Navarro da Cruz, 43, inclusive por convênios como Unimed, Cassi, Mediservice e SulAmérica. Também atua na área de auditoria em saúde e é conhecido na região pela participação na vida cultural e organização de eventos culturais.

Professor José Simplício

Patrono

Professor José Simplício

O Professor José Simplício foi professor de História e Geografia e marcou a educação e a cultura de Jacareí a partir dos anos 1960. Professor efetivo do colégio CENE – Silva Prado, hoje E.E. Dr. Francisco Gomes da Silva Prado, foi um dos pioneiros do movimento negro na cidade e ministrou palestras sobre a cultura afro-brasileira. Dirigiu o Grupo Teatral TEJA (Teatro Estudantil Jacareiense Amador) e colaborou com enredos de escolas de samba e com o festival musical FEMPO. Mesmo após a aposentadoria, continuou dando aulas gratuitas e cuidando da biblioteca do colégio Silva Prado. A E.E. Professor José Simplício, no Jardim Colinas, em Jacareí, leva seu nome em homenagem ao seu legado.

Publicações · Poema

Solitude

ANDO SÓ NESSA MARGEM DA PRAIA. SÓ ME ENCONTRO NO REFLEXO DO SOL NO MAR. NÃO VEJO VIV'ALMA NO HORIZONTE. NÃO DEIXO RASTROS. NÃO RECONHEÇO MINHA SOMBRA. PAREÇO NÃO SER. TALVEZ EU SEJA O ESPECTRO DE MIM MESMO. SÓ DÓI. E ESSA DOR MAIOR É DE AGORA. ERGUI BARREIRAS, ME ENCASTELEI NA FORTALEZA DA SOLIDÃO. NÃO MAIS SEI DE MIM. NÃO ME ENCONTRO NOS ESPELHOS DA VERDADE, ASPIRO AR SOFREGAMENTE. PARECE PESADO. ME PESA O PEITO. SOFRO DEMAIS...

Cadeira 10

Cadeira vaga

Patrono: Roberto D. Sousa

Quadro de acadêmicos

Cadeira 10

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

Roberto D. Sousa

Patrono

Roberto D. Sousa

Cadeira 11

Cadeira vaga

Patrono: Daniel Rabelo

Quadro de acadêmicos

Cadeira 11

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

Daniel Rabelo

Patrono

Daniel Rabelo

Cadeira 12

Walcerly Corrêa de Oliveira

Patrona: Maestrina Dionizia Nogueira Zicarelli

Quadro de acadêmicos

Cadeira 12

Informações do ocupante e do patrono.

Walcerly Corrêa de Oliveira

Ocupante

Walcerly Corrêa de Oliveira

Walcerly Corrêa de Oliveira ocupa a Cadeira nº 12 da Academia Jacarehyense de Letras, cuja patrona é a maestrina Dionizia Nogueira Zicarelli. Supervisora de Ensino aposentada da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, cursou o ginásio, o segundo grau e o magistério no CENE Francisco Gomes da Silva Prado. Estudou História na Fundação Valeparaibana de Ensino e Pedagogia na Faculdade de Educação Thereza Porto Marques. Fez pós-graduação em Gestão Educacional na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Foi professora do curso de Pedagogia da ETEP por cinco anos.

Maestrina Dionizia Nogueira Zicarelli

Patrona

Maestrina Dionizia Nogueira Zicarelli

Dionizia Nogueira Zicarelli foi aluna do professor, maestro e compositor Laudelino de Morais, que fundou a Escola de Música Santa Cecília em Jacareí, em 1913. Tornou-se maestrina e criou a Orquestra Sinfônica de Jacareí em 1940.

Cadeira 13

Cadeira vaga

Patrono: B. Chagas

Quadro de acadêmicos

Cadeira 13

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

B. Chagas

Patrono

B. Chagas

Cadeira 14

Celso Abrahão

Patrono: João Feliciano Ferreira da Silva

Quadro de acadêmicos

Cadeira 14

Ocupante, patrono e produção literária.

Celso Abrahão

Ocupante

Celso Abrahão

Celso Abrahão é escritor, palestrante e dramaturgo, natural de Jacareí (SP), onde reside e desenvolve sua atividade profissional. É autor da peça teatral Londres, 24 de Junho de 1717 e coautor de José Bonifácio e Gonçalves Ledo: O Reencontro. Com especial interesse pelos grandes momentos da História, dedica-se à ficção histórica, articulando elementos de ficção e realidade com rigor narrativo. Desenvolve também pesquisa e produção na área da História da Arquitetura, especialmente sobre o período gótico europeu, tema de suas palestras. Paralelamente à atividade literária e cultural, é médico oncologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Cancerologia.

João Feliciano Ferreira da Silva

Patrono

João Feliciano Ferreira da Silva

João Feliciano Ferreira da Silva nasceu em Jacareí em 4 de fevereiro de 1862. Foi casado duas vezes: com a primeira esposa, Maria Umbelina, teve seis filhos; com a segunda, Leonor, teve mais sete. Professor, poeta, escritor, conferencista e jornalista, colaborou com vários jornais, entre eles O Estado de São Paulo. Foi também secretário da Câmara Municipal, membro do conselho consultivo municipal e diretor da biblioteca municipal. Dedicou sua vida ao desenvolvimento da cultura e da educação de Jacareí, cidade onde era muito estimado. Faleceu em 28 de maio de 1944, aos 82 anos.

Publicações

Londres, 24 de Junho de 1717

Peça teatral de sua autoria.

José Bonifácio e Gonçalves Ledo: O Reencontro

Obra em coautoria.

Capa do livro Sementes da Razão

Sementes da Razão

Uma sociedade de lutas e atribulações, de crises e de fé, que na cidade real de Reims, um grupo de artesãos e artistas livres, libertos do estado de pobreza e serventia, tem que lutar para manter acesa a chama viva de seus ideais e de suas conquistas. É em Reims, a cidade das coroações, onde cristãos, judeus e muçulmanos convivem, que nasce um dos maiores templos da Cristandade e onde SEMENTES DA RAZÃO é ambientado, mas SEMENTES DA RAZÃO não é um livro para simplesmente ser lido. Para descobri-lo inteiramente é necessário decifrá-lo, deixando-se envolver por todo o fascínio, os mistérios e os segredos contidos na arte de construir uma catedral gótica, representante máxima do esplendor da arquitetura e da religiosidade medievais. No cenário histórico da França do século XIII, personagens reais e fictícios têm suas vidas entrelaçadas na difícil tarefa de tentarem edificar um templo para o sagrado, um templo para ser digno da morada de Deus na terra. Uma trama envolvente, uma aventura inusitada, enfatizando as virtudes, os vícios, as incertezas, os medos e a esperança sempre renovada de pessoas irremediavelmente aprisionadas ao absolutismo político e teocrático da Idade Média. Um romance sobre uma época de compromissos e fidelidade, sobre antigas tradições e sobre os pedreiros-livres que nos faz viajar no tempo e surpreendentemente constatar que os costumes e os valores orientados pelo ideário e pelo imaginário medievais, aparentemente tão remotos, ainda persistem arraigados em nossos corações e mentes.

Cadeira 15

Cadeira vaga

Patrono: João Cambuzano

Quadro de acadêmicos

Cadeira 15

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

João Cambuzano

Patrono

João Cambuzano

Cadeira 16

Geraldo José Da Silva

Patrono: Mário Moraes

Quadro de acadêmicos

Cadeira 16

Ocupante, patrono e produção literária.

Geraldo José Da Silva

Ocupante

Geraldo José Da Silva

Geraldo José Da Silva ocupa a Cadeira nº 16 da Academia Jacarehyense de Letras. Estudou Ciências da Economia na UNIVAP, em São José dos Campos, e fez pós-graduação em Administração de Empresas pela UNIAU, em Taubaté. Também estudou Programação Neurolinguística pela UMEC, em Mogi. Escreve para jornais e colaborou com o Estação, encartado no Diário de Jacareí. Participou da antologia Caminhos que Conduzem a Deus e fez a revisão e o prefácio do livro Propósito, de Daniel de Castro Rebelo. Ingressou na AJL a convite da presidente Maria Nilce Lencioni Senne, em meados de 2004, e é atualmente um dos decanos da instituição.

Mário Moraes

Patrono

Mário Moraes

Mário Moraes nasceu em Jacareí em 17 de outubro de 1912. Seus pais, Francisco Batista de Moraes, viajante, e Patrocínia Pereira de Moraes, chegaram à cidade em 1911, depois de viverem em Santos e São Paulo. Em Jacareí, instalaram a Casa Moraes, comércio de ferragens e ferramentas, primeiro na Rua do Carmo (atual Rua Pompílio Mercadante) e depois na Rua Alfredo Schürig, nº 2. Seus irmãos Murilo, conhecido como Nino, e João aprenderam o ofício e se estabeleceram no mesmo ramo na capital paulista. Bolívar Darcy, chamado Bebé, deu continuidade aos negócios do pai, enquanto Cássio foi trabalhar na Receita Federal. Mário escolheu o magistério.

Publicações

Caminhos que Conduzem a Deus

Participação nesta antologia.

Propósito

Revisão e prefácio do livro de Daniel de Castro Rebelo.

Cadeira 17

Esther Pereira Silveira Rosado

Patrona: Philomena Pinheiro

Quadro de acadêmicos

Cadeira 17

Ocupante, patrono e produção literária.

Esther Pereira Silveira Rosado

Ocupante

Esther Pereira Silveira Rosado

Esther Pereira Silveira Rosado é escritora, cronista, psicanalista e artista plástica. É conhecida por suas crônicas, contos e observações do cotidiano. Tem experiência com jornais escolares e regionais e participa ativamente do planejamento estratégico e de comissões da Academia Jacarehyense de Letras (AJL).

Philomena Pinheiro

Patrona

Philomena Pinheiro

Philomena Pinheiro nasceu em Nazaré Paulista, em 12 de maio de 1931, filha de Salomão e Ana Rosa Pinheiro. Fez os primeiros estudos no Grupo Escolar Vila Esperança. Em 1937, empregou-se como dobradeira na Malharia Bom Sucesso e, depois, como telefonista na Companhia Telefônica da cidade. Nesse período, ingressou na Ação Católica Brasileira, ligada à Paróquia de Jacareí. Seguiu como professora por muitos anos, lecionando Língua Portuguesa e caligrafia, enquanto ampliava seus estudos em Educação, Psicologia e Assistência Social.

Publicações · Crônica

Entre o Rio Paraíba e Nossa Senhora da Conceição

Vindos de tão longe, somos também deste chão, aprendemos canções da terra, conhecemos criaturas magníficas e já não podemos mais ir embora. Ah, eu queria agora uma crônica bem pequenina: duas ou três palavras. Misturar meu texto a uma oração. Tomara que consiga. Mas acordei assustada hoje, ouvindo os soluços do mundo, um resto de sonho dependurado no arco das sobrancelhas. E a crônica que eu pensei tão fácil, não me veio. Mas ouso: entre as manias loucas que cultivo, existe esta de escutar o rio Paraíba do Sul quando passo pela Major Acácio. Nunca me queixo do farol, os carros parados, porque escuto o rio batendo nas pedras debaixo da ponte do São João ou girando seus aguapés, em turbilhão. Ou, mais para frente, em seus redemoinhos e remansos. Sussurra e grita. Na ponte do São João, todo dia, baixo o vidro e o ouço cantar seu canto de corredeira. O rio canta e eu olho desoladamente o mato que tomou conta das suas margens, o rio pede socorro. Mas já foi diferente. No ano em que aqui chegamos, o Paraíba transbordou com seus aguapés e veio até a rua, num turbilhão de medos. Tive medo do rio que hoje amo; a ele e seus gemidos e gritos, principalmente por janeiro e fevereiro, quando chove lá em cima, nas cabeceiras. Já não sei como era a vida antes de eu me sentir entre a Mantiqueira e a serra do Mar, de andar por suas ruas estreitas, por suas avenidas novas, por seus parques e suas duas pontes e suas igrejas. Nossa Senhora da Conceição de Jacareí, fico orgulhosa de ser sua habitante, de sair à rua e observar sua gente: uns de olhos escuros e tristes, outros de olhos tão claros, alguns alegres, outros nem tanto. Somos criaturas feitas de muitas cores, viemos de tantos lugares, trouxemos conosco muitas histórias. Nossa Senhora da Conceição de Jacareí, é para cá que convergimos todos, cruzamos nossas estradas, histórias e nossas vidas, e nunca mais quisemos ir embora. Vindos de tão longe, somos também deste chão, aprendemos canções da terra, conhecemos criaturas magníficas e já não podemos mais ir embora. Nossa Senhora da Conceição de Jacareí, aprendi até a fazer bolinho caipira, acredita? E como é bom... Então, nos guarda, nos auxilia a estar entre amigos e a falar com este ritmo gostoso, quase cantado, só nosso. Nossa Senhora, olha por este rio que atravessa a cidade: ele canta o canto de socorro como todos os rios do planeta. Rogai por ele e por nós, Nossa Senhora. Amém

Cadeira 18

José Leonardo da Silva Cardoso

Patrono: João Baptista Denis Neto

Quadro de acadêmicos

Cadeira 18

Ocupante, patrono e produção literária.

José Leonardo da Silva Cardoso

Ocupante

José Leonardo da Silva Cardoso

José Leonardo da Silva Cardoso é acadêmico da Academia Jacarehyense de Letras desde 2024, ocupando a Cadeira nº 18, cujo patrono é o jornalista João Baptista Denis Neto. Desde 2015, escreve no blog Biotrakti. É autor e coautor de livros e trabalhos sobre tratamento de efluentes, além de contos e crônicas publicados na coletânea Cheio de Prosa, da Oficina de Preparação Literária 2022 da Fundação Cultural de Jacarehy.

Blog Biotrakti
João Baptista Denis Neto

Patrono

João Baptista Denis Neto

Jobanito é o pseudônimo do escritor João Baptista Denis Neto, formado com fragmentos de seu nome e sobrenomes. Nasceu em Jacareí em 15 de abril de 1917 e era filho do imigrante belga Eduardo Denis, construtor do prédio que abrigava o APHMJ em 2021. Em 1945, casou-se com Daniza Gaudêncio Denis, com quem teve sete filhos. Foi patrulheiro rodoviário, instrutor militar, comissário de menores, advogado e juiz substituto de casamentos. Também contribuiu com os processos de comunicação da Prefeitura de Jacareí em várias gestões.

Publicações

Manual Operacional do Sistema Aeróbio de Lodo Ativado

Livro em coautoria, publicado em 2020 pela Amazon.

Tratamento Biológico de Efluentes

Livro de sua autoria, publicado em 2021 pela Amazon.

Uma opção para melhor gestão dos efluentes nas indústrias de Celulose e Papel

Trabalho em coautoria apresentado no congresso da ABTCP em 2022 e publicado na revista O PAPEL em janeiro de 2024.

Cheio de Prosa

Contos e crônicas de sua autoria publicados nesta coletânea da Oficina de Preparação Literária 2022 da Fundação Cultural de Jacarehy.

Texto

A trapaça

O relógio mudo na parede aponta zero hora no círculo vicioso do tempo. As pessoas decentes já se foram sobrando na horrível pocilga apenas os perdidos da madrugada. Porta encostada, salão a meia luz e na mesa quatro figuras toscas rodeiam seus copos meio cheios de desejos e meio vazios de vontade. A Cabeça de Medusa pairando sobre a mesa, ziguezagueia no intermeio daquelas almas ébrias, ressuscitadoras de demônios. Está a escolher a vítima da noite, enquanto se agitam falando ao mesmo tempo sem nada ouvirem um do outro. Encontram-se já no abismo da loucura, dos chiados, dos mugidos e dos bufares. Wel-wel-wel...Um copo entorna, ensopando o tampo nojento. A porta se abre e Algol toma seu escolhido pelo cangote e o arrasta de quatro para fora. É a noite da trapaça, do desespero, do mergulho sem volta na ânfora fatal.O céu se apaga no breu da escuridão, o chão se abre em ardentes profundezas. A diplomacia e finesa do maligno se esvaem desesperando a alma tacanha do iludido. É tarde pra desistir e não se pode mais reclamar do serviço prestado. Está no contrato dos prazeres e é hora de pagar!

Cadeira 19

Carlos Alberto Lemes

Patrono: Hugo Del Monaco

Quadro de acadêmicos

Cadeira 19

Ocupante, patrono e produção literária.

Carlos Alberto Lemes

Ocupante

Carlos Alberto Lemes

Carlos Alberto Lemes é natural de Jacareí (SP). Casado e cristão convicto desde os 28 anos de idade, participa ativamente da Primeira Igreja Batista de Jacareí. Há mais de 30 anos, ministra regularmente o curso de Doutrinas Básicas da Vida Cristã na Escola Dominical. Formado em Administração e pós-graduado em Gestão Empresarial, possui mestrado em Engenharia de Produção pela UNESP e dedicou 42 anos à indústria. Desde 2005, também atua como professor universitário em cursos de graduação e MBA, lecionando Administração e Logística. Passou a se dedicar à escrita em 2020.

Hugo Del Monaco

Patrono

Hugo Del Monaco

Professor, Hugo Del Monaco chegou a Jacareí em 1951 como diretor do Grupo Escolar João Feliciano. Dedicou 38 anos ao magistério estadual, até sua aposentadoria em 1977. Também lecionou em cursos populares noturnos de alfabetização e ajudava alunos japoneses que não conheciam o português.

Publicações

Capa do livro Nascidos de novo

Nascidos de novo

Um livro de leitura simples e objetiva, com o propósito de trazer uma explanação sobre Salvação e Santificação, dois dos principais pontos dentro da doutrina cristã.

Capa do livro A formiga Nicodemus — Encontrando a Alegria

A formiga Nicodemus — Encontrando a Alegria

A história de Nicodemus é uma narrativa lúdica e, ao mesmo tempo, profunda a respeito dos ensinamentos bíblicos. Um conto muito doce, de fácil compreensão, com personagens curiosos e que, a cada trecho, aguça um pouco mais o imaginário do leitor, seja criança ou adulto.

Capa do livro A formiga Nicodemus e o Semeador

A formiga Nicodemus e o Semeador

Segundo volume da série, uma narrativa lúdica e, ao mesmo tempo, profunda a respeito dos ensinamentos bíblicos. Um conto muito doce, de fácil compreensão, com personagens curiosos e que, a cada trecho, aguça um pouco mais o imaginário do leitor, seja criança ou adulto.

Capa do livro A formiga Nicodemus e o Formigueiro de Nínive

A formiga Nicodemus e o Formigueiro de Nínive

Terceiro volume da série, contando a trajetória do profeta Jonas personificado na vida da formiga.

Adaptação teatral

A formiga Nicodemus — Encontrando a Alegria

Elenco do espetáculo A formiga Nicodemus — Encontrando a Alegria

Espetáculo teatral baseado no livro A formiga Nicodemus — Encontrando a Alegria.

Cadeira 20

José Luiz Bednarski

Patrono: Darcy de Oliveira Reis

Quadro de acadêmicos

Cadeira 20

Informações do ocupante e do patrono.

José Luiz Bednarski

Ocupante

José Luiz Bednarski

José Luiz Bednarski é promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), atuante na Comarca de Jacareí, onde chegou em 2001, sendo frequentemente referenciado como 2º Promotor de Justiça. Formado em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco (USP), atuou como advogado, delegado de polícia e professor universitário; atualmente leciona na Universidade Paulista (UNIP), em São José dos Campos. Na comarca, atua como promotor da cidadania, com destaque para inquéritos civis de relevância local — transporte, infraestrutura e direitos do consumidor — e para a defesa do patrimônio público. Agraciado com a Medalha do Mérito do 41º Batalhão de Polícia Militar do Interior (Tenente Coronel Antonio de Oliveira) por serviços prestados à comunidade, recebeu da Câmara Municipal de Jacareí o título de 'Jacareiense' em 2009.

Darcy de Oliveira Reis

Patrono

Darcy de Oliveira Reis

Darcy de Oliveira Reis nasceu em Jacareí em 27 de abril de 1933, filho de Carlos de Oliveira Reis, empregado da Estrada de Ferro Central do Brasil, e de Elvira Reis. Formou-se professor primário pela Escola Normal de Jacareí. Desde muito jovem, fazia transmissões amadoras nos alto-falantes da cidade durante as campanhas políticas.

Cadeira 21

Celeste Cardoso

Patrono: Cecília Barbosa de Melo

Quadro de acadêmicos

Cadeira 21

Informações do ocupante e do patrono.

Celeste Cardoso

Ocupante

Celeste Cardoso

Celeste Cardoso é residente em Jacareí e uma educadora que encontrou sua vocação profissional aos 40 anos, após transição de carreira do RH — trajetória que destaca o poder transformador do ensino. Atuou como professora, valorizando o aprendizado mútuo com seus alunos, inclusive indígenas. Estudou pedagogia na Univap e possui trajetória ligada à área educacional na região. É frequentadora de atividades culturais e educacionais em Jacareí.

Cecília Barbosa de Melo

Patrono

Cecília Barbosa de Melo

A professora Cecília Barbosa de Melo foi uma das figuras mais proeminentes da educação e da cultura em Jacareí, deixando um legado que se estende por décadas de dedicação ao ensino e às letras. Em reconhecimento à sua contribuição intelectual e ao impacto de sua trajetória na formação da sociedade jacareiense, foi imortalizada como patrona da Academia Jacarehyense de Letras, ocupando lugar de honra na memória da instituição. Sua importância para o município é também celebrada na rede pública de ensino, onde seu nome denomina a Creche Municipal Professora Cecília Barbosa de Mello, no centro da cidade — escolha que reflete o respeito da comunidade por sua história como educadora, lembrada como uma mulher que dedicou a vida a transmitir conhecimento e a valorizar a literatura na região. Deixou um vácuo na cena cultural, mas seu nome permanece vivo tanto nas fileiras da Academia, onde inspira novos escritores e acadêmicos, quanto no cotidiano das crianças de Jacareí que iniciam sua jornada educacional em uma instituição que carrega seu nome e seus valores.

Cadeira 22

Cadeira vaga

Patrono: Aluizio A. Campos

Quadro de acadêmicos

Cadeira 22

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

Aluizio A. Campos

Patrono

Aluizio A. Campos

Cadeira 23

Cadeira vaga

Patrona: Rita Máximo

Quadro de acadêmicos

Cadeira 23

Cadeira vaga · Informações da patrona.

Cadeira vaga

Rita Máximo

Patrona

Rita Máximo

Cadeira 24

Renata Pereira Bednarski

Patrono: Décio Moreirão

Quadro de acadêmicos

Cadeira 24

Ocupante, patrono e produção literária.

Renata Pereira Bednarski

Ocupante

Renata Pereira Bednarski

Renata Pereira Bednarski é formada em Direito pela Universidade de Taubaté (Unitau), concluído em 2001, e pós-graduada em Direito Público pelo Unisal. É autora das obras ‘Limite da Imputabilidade Penal do Serial Killer’ e ‘O Entrelaçar das Almas’.

Décio Moreirão

Patrono

Décio Moreirão

Décio Moreirão nasceu em Cunha (SP), em 4 de janeiro de 1898, filho de João Moreira e de Elisa Moreira. Casou-se com Maria Eugênia Barbosa, também professora, com quem teve um filho: José Laércio Moreira. Em 1935, foi removido para o Grupo Escolar Cel. Carlos Porto, em Jacareí, como professor efetivo; um ano depois, era designado Auxiliar de Diretor. Em 1939, assumiu o cargo de Diretor do Grupo Escolar do Bairro de São João, onde veio a aposentar-se 19 anos depois, em 1958. Fundador do Ginásio Municipal de Jacareí, regeu a cadeira de Geografia e Português. De caráter ímpar, íntegro e dedicado à profissão que abraçou — um dos mais abnegados artífices na obra da educação e cultor da nossa Língua —, gozou do respeito e da estima em nossa cidade. Em 1969, foi-lhe outorgado o título de Cidadão Jacareiense pelos seus relevantes serviços prestados ao ensino no município, sendo considerado pelo povo como Emérito Educador. ‘Alma de nobreza sem par, de retidão de caráter e modéstia tão raras, pautou sempre sua vida nos princípios do Evangelho e deixou, pelos caminhos que percorreu ao longo de sua existência, fatos concretos de sua bondade.’

Publicações

Limite da Imputabilidade Penal do Serial Killer

O Entrelaçar das Almas

Cadeira 25

Quadro de acadêmicos

Cadeira 25

Os dados desta cadeira serão incluídos após confirmação oficial.

Informações em atualização

O nome do ocupante, o patrono, as fotografias, a biografia e as publicações serão apresentados aqui.

Cadeira 26

Quadro de acadêmicos

Cadeira 26

Os dados desta cadeira serão incluídos após confirmação oficial.

Informações em atualização

O nome do ocupante, o patrono, as fotografias, a biografia e as publicações serão apresentados aqui.

Cadeira 27

Priscila Loureiro

Patrono: Stélio Machado Loureiro

Quadro de acadêmicos

Cadeira 27

Informações do ocupante e do patrono.

Priscila Loureiro

Ocupante

Priscila Loureiro

Stélio Machado Loureiro

Patrono

Stélio Machado Loureiro

Stélio Machado Loureiro foi um intelectual, jornalista e fervoroso municipalista, cuja trajetória, marcada pelo idealismo e pela defesa da cidadania, deixou um legado duradouro na política e nas letras paulistas. Nascido em Rincão, no interior de São Paulo, em 12 de outubro de 1919, e criado em Bebedouro, iniciou sua vida pública no magistério, lecionando História e Português após concluir seus estudos em Campinas. Desde a juventude, manifestou seu talento para a escrita em jornais escolares, atividade que mais tarde se profissionalizaria em periódicos regionais. Sua visão política era arrojada para a década de 1950: acreditava na municipalização como a força motriz para uma dinâmica social eficiente, defendendo com veemência o fortalecimento das cidades. Em 1948, casou-se com a professora Dora Macedo e mudou-se para a capital, onde integrou a equipe dos Diários Associados, dedicando-se inteiramente ao jornalismo. Foi o principal responsável pela fundação da Associação Paulista dos Municípios, instituição que lhe permitiu articular alianças em todo o interior do estado. Sua marca registrada era o chapéu de palha, símbolo da harmonia entre o homem e a civilização. Como escritor, transitava entre a sensibilidade poética de suas cartas e a ousadia de seus artigos, sempre pautados pela busca da verdade e da justiça social. Iniciou a escrita da obra ‘História da história do Brasil’, projeto voltado às relações humanas que, infelizmente, não pôde concluir. Sua vida foi tragicamente interrompida aos 36 anos, em 19 de dezembro de 1955, em um acidente fluvial no Rio Paraná, enquanto se dirigia a uma missa campal onde seria instalada a Usina de Urubupungá; seu corpo jamais foi encontrado. Pai de seis filhos, Stélio Machado Loureiro é lembrado não apenas por sua produção literária e política, mas pela integridade de seus valores. Por sua conduta exemplar e espírito indômito — que, segundo amigos, ‘não combinava com a frieza de uma laje’ — foi imortalizado como patrono, servindo de referência ética e intelectual para as futuras gerações.

Cadeira 28

Cadeira vaga

Patrono: João Américo da Silva

Quadro de acadêmicos

Cadeira 28

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

João Américo da Silva

Patrono

João Américo da Silva

Cadeira 29

Cadeira vaga

Patrona: Dalva Esper

Quadro de acadêmicos

Cadeira 29

Cadeira vaga · Informações da patrona.

Cadeira vaga

Dalva Esper

Patrona

Dalva Esper

Cadeira 30

Quadro de acadêmicos

Cadeira 30

Os dados desta cadeira serão incluídos após confirmação oficial.

Informações em atualização

O nome do ocupante, o patrono, as fotografias, a biografia e as publicações serão apresentados aqui.

Cadeira 31

Wener Faria Cappelli

Patrono: Bertha Celeste Homem de Mello

Quadro de acadêmicos

Cadeira 31

Ocupante, patrono e produção literária.

Wener Faria Cappelli

Ocupante

Wener Faria Cappelli

Wener Faria Cappelli é educadora, pesquisadora e escritora, com profunda dedicação à preservação da memória histórica e educacional de Jacareí. Professora de carreira, sua trajetória é marcada pelo compromisso com o resgate das figuras que moldaram a identidade local, trabalho que a levou a ocupar a Cadeira nº 31 da Academia Jacarehyense de Letras, sob a patronesse Bertha Celeste Homem de Mello. Sua principal contribuição literária e histórica é a obra ‘Patronos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental de Jacareí’, resultado de uma pesquisa minuciosa na qual biografa as personalidades que dão nome às instituições de ensino da cidade, transformando nomes de placas escolares em referências humanas e históricas acessíveis a alunos e educadores. Ativa na cena intelectual da região, integra o corpo de acadêmicos que planeja e fomenta a produção literária em Jacareí. Sua atuação une o rigor da pesquisa histórica à sensibilidade da docência, consolidando-a como uma importante guardiã do patrimônio imaterial do Vale do Paraíba.

Bertha Celeste Homem de Mello

Patrono

Bertha Celeste Homem de Mello

Bertha Celeste Homem de Mello (1902–1999) foi poetisa e professora, imortalizada como a autora da letra em português de uma das canções mais entoadas no Brasil: ‘Parabéns a Você’. Natural de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, viveu grande parte de sua vida em Jacareí, onde é celebrada como uma figura histórica e cultural de imensa relevância. A história de sua famosa composição começou em 1942, durante a era de ouro do rádio. Ao ouvir em um programa da Rádio Tupi que haveria um concurso nacional para criar uma versão em português para a melodia americana ‘Happy Birthday to You’, Bertha decidiu enviar sua ‘trovinha’. Seus versos concorreram com cerca de 5 mil propostas e foram escolhidos por uma comissão de imortais da Academia Brasileira de Letras, incluindo nomes como Olegário Mariano e Cassiano Ricardo. A letra original consagrada por ela é: ‘Parabéns a você, nesta data querida, muita felicidade, muitos anos de vida’. Uma curiosidade marcante era seu incômodo com os erros comuns ao cantar a música: fazia questão de ressaltar que o correto é ‘parabéns a você’ (e não ‘pra’) e ‘nesta data querida’ (no singular), prezando pela métrica e pela norma culta que seus versos originais carregavam. Em Jacareí, recebeu o título de Cidadã Jacareiense em 1997, e uma rua da cidade leva seu nome em sua memória, mantendo viva a história da mulher que deu voz às celebrações de aniversário de todo o país.

Publicações

Patronos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental de Jacareí

Resultado de uma pesquisa minuciosa na qual a autora biografa as personalidades que dão nome às instituições de ensino da cidade, transformando nomes de placas escolares em referências humanas e históricas acessíveis a alunos e educadores.

Cadeira 32

Cadeira vaga

Patrono: Tony Cardoso

Quadro de acadêmicos

Cadeira 32

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

Tony Cardoso

Patrono

Tony Cardoso

Cadeira 33

Bruna Alves Bicudo

Patrono: Neyde Duaneto

Quadro de acadêmicos

Cadeira 33

Ocupante, patrono e produção literária.

Bruna Alves Bicudo

Ocupante

Bruna Alves Bicudo

Bruna Alves Bicudo é escritora das editoras Busca Sentido, PAE e Hanoi, com 19 livros infantis e 2 livros juvenis publicados. Atua no teatro pela Fundação Cultural de Jacarehy, faz contação de histórias em feiras literárias e já participou da FLIP, da FLIN e da FLIJ. Também trabalha como recreadora, promotora de eventos e de vendas, cerimonialista e recepcionista.

Neyde Duaneto

Patrono

Neyde Duaneto

Neyde Duaneto atuava na área de educação especial na JAM quando faleceu, no ano de 2000. Formada em magistério, cursava Pedagogia aos 59 anos, contudo impedida pelo câncer de concluir. Neyde foi professora inspiradora e vanguardista, sempre animada e à frente de seu tempo, e é lembrada com muito carinho e saudade por seus alunos e colegas de trabalho.

Publicações

O Tesouro

Pipa

O Vento

Bichinhos Internos

Mergulho do Sol

Gotinhas

O Grão

Explorar

O Sol, a Lua e o Mar

O Troféu da Plantação

Saci

Iara

Curupira

Boto

Lobisomem

Mula sem Cabeça

O que está Cultivando?

A Importância de Amar

Todos Esperam Amor

Desajustada

Literatura juvenil.

Acervo de Versos Diversos e Controversos

Literatura juvenil.

Cadeira 34

Celso Vasques

Patrono: Antônio Ravanelli

Quadro de acadêmicos

Cadeira 34

Informações do ocupante e do patrono.

Celso Vasques

Ocupante

Celso Vasques

Celso Vasques, baseado em Jacareí (SP), é filho do professor e político Amaury Teixeira Vasques e irmão de Rossana Vasques. É uma figura atuante na comunidade, frequentemente associado a atividades culturais e ao diálogo local. Foi empossado como membro da Academia Jacarehyense de Letras em 2021. Atua também em consultoria e assessoria, à frente da empresa Celso Luis Vasques - ME.

Antônio Ravanelli

Patrono

Antônio Ravanelli

Cadeira 35

Cadeira vaga

Patrono: José Carlos Cruz

Quadro de acadêmicos

Cadeira 35

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Cadeira vaga

José Carlos Cruz

Patrono

José Carlos Cruz

Cadeira 36

Cadeira vaga

Patrona: Maria Bernadete Loureiro

Quadro de acadêmicos

Cadeira 36

Cadeira vaga · Informações da patrona.

Cadeira vaga

Maria Bernadete Loureiro

Patrona

Maria Bernadete Loureiro

Cadeira 37

Érica Marina

Patrono: Professora Thereza Porto Marques

Quadro de acadêmicos

Cadeira 37

Ocupante, patrono e produção literária.

Érica Marina

Ocupante

Érica Marina

Érica Marina é bibliotecária, escritora e poetisa. Tem experiência na gestão de acervos em bibliotecas escolares, universitárias e centros de documentação. Sua escolha pela biblioteconomia nasceu do hábito de frequentar a biblioteca municipal, desenvolvendo um encantamento pela organização do conhecimento e pela literatura. Em sua trajetória literária, é autora do livro de poesias 'Pétalas D'Alma' (2023), coletânea que reúne escritos produzidos ao longo de quase três décadas, focados na sensibilidade e nos sentimentos humanos, e coautora da antologia 'Mulheres Virando a Página' (2024). Seus escritos refletem seus estudos em áreas como psicanálise e psicologia, utilizados para compreender e descrever o comportamento humano. Desde 2025 é membro da Academia Jacarehyense de Letras, onde ocupa a Cadeira nº 37, cuja patrona é a Professora Thereza Porto Marques.

Professora Thereza Porto Marques

Patrono

Professora Thereza Porto Marques

Thereza Porto Marques nasceu em 16 de janeiro de 1931 e foi uma figura histórica na trajetória política e educacional de Jacareí. Educadora por vocação e mestre de gerações, quebrou barreiras de gênero ao se tornar a primeira mulher eleita vereadora na Câmara Municipal de Jacareí, conquistando sua cadeira pelo PMDB no pleito de 1982 como a candidata mais votada daquela eleição. Sua relevância intelectual e dedicação à cultura local levaram-na a ser reconhecida como membro honorário da Academia Jacarehyense de Letras, onde sua contribuição para o pensamento crítico e a literatura regional foi amplamente valorizada. Thereza uniu o rigor da vida pública à sensibilidade do magistério, consolidando-se como uma liderança respeitada por sua integridade e capacidade de articulação. Por muito tempo, emprestou a sua casa para reuniões da AJL. Faleceu em 28 de fevereiro de 2017, aos 86 anos, deixando um legado de vanguarda para a participação feminina na política do Vale do Paraíba.

Publicações

Pétalas D'Alma

Livro de poesias lançado em 2023, uma coletânea que reúne escritos produzidos ao longo de quase três décadas, focados na sensibilidade e nos sentimentos humanos.

Mulheres Virando a Página

Antologia publicada em 2024, na qual a autora contribui como coautora.

Poema

O Universo do Meu Amor

“Abri os olhos e não consegui acreditar no que via”, Via algo que era como o brilho de uma estrela O brilho mais belo do meu universo Onde seu sorriso era os raios de sol E seus sentimentos os astros mais lindos. A lua seus olhos, As estrelas seu coração em milhões de pedaços Formando um brilho extraordinário como jamais vi. Os planetas eram todas as emoções Que giravam ao redor de Ti. Tu és o centro da minha emoção Que habita todo meu ser Tu és minha vida Os astros do meu coração Que sem eles nada seria És o amor da minha vida, As águas do meu oceano O caminho de meu viver O qual meu coração não consegue deixar de amar!

Cadeira 38

Cadeira vaga

Patrono: Lamartine Delamare

Quadro de acadêmicos

Cadeira 38

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

Lamartine Delamare

Patrono

Lamartine Delamare

Cadeira 39

Cadeira vaga

Patrono: Alberto Gentil

Quadro de acadêmicos

Cadeira 39

Cadeira vaga · Informações do patrono.

Cadeira vaga

Alberto Gentil

Patrono

Alberto Gentil

Cadeira 40

Rodrigo Romero

Patrono: Aparício Lorena

Quadro de acadêmicos

Cadeira 40

Ocupante, patrono e produção literária.

Rodrigo Romero

Ocupante

Rodrigo Romero

Rodrigo Romero é jornalista, nascido em Jacareí (SP) em 25 de janeiro de 1982. No Diário de Jacareí, publicou mais de mil textos sobre cinema a partir de 10 de janeiro de 2004. Na TV Câmara Jacareí, desde 2008 apresenta os programas 'Gente em Destaque' (entrevistas de cunho biográfico, com mais de 700 edições) e 'Espaço Parlamentar' (com vereadores). Realiza reportagens e documentários destacando a História e trajetórias de personalidades regionais, como 'Seo Moura' (2015, sobre o ambientalista Francisco de Moura), 'Alfredo Schürig: Cidadão Benemérito de Jacareí' (2016), 'O que (h)ouve, Jobanito?' (2017, centenário do jornalista João Baptista Denis Neto), 'Preventório de Jacareí' (2018, a escola que recebia crianças cujos pais tinham lepra) e 'Franz de Castro: A Rebelião de Jacareí' (2022, sobre o motim de presos da cadeia da Avenida Siqueira Campos, em 14 de fevereiro de 1981). Em vídeos curtos, resgata a memória jacareiense com minibiografias de ex-prefeitos e curiosidades eleitorais, material disponível no YouTube. Tomou posse na Academia Jacarehyense de Letras em 6 de abril de 2024, ocupando a Cadeira nº 40, cujo patrono é Aparício Lorena.

Aparício Lorena

Patrono

Aparício Lorena

Aparício Lorena nasceu em Tietê, no interior de São Paulo, em 10 de novembro de 1898, e foi um influente jornalista e político radicado em Jacareí. Filho de Laurentina de Souza e Francisco Ferreira Lorena, iniciou a trajetória profissional como guarda-livros em Cravinhos, onde chegou a cursar Odontologia antes de interromper os estudos por razões financeiras. Em 1929, casou-se com a jacareiense Eulide Neves, a 'Dona Catita', com quem viveu brevemente na capital paulista, trabalhando no jornal O Estado de S. Paulo, antes de se estabelecer definitivamente no Vale do Paraíba. Sua atuação pública ganhou força durante a Revolução Constitucionalista de 1932, quando serviu no Cartório de Registro Civil em Santa Isabel. Em 1940, mudou-se para Jacareí, onde consolidou sua carreira política e social. Eleito vereador por três legislaturas (1947, 1951 e 1959), destacou-se pelo perfil visionário ao indicar, ainda em 1948, a necessidade de uma estação rodoviária para a cidade e ao promover a entronização do Cristo Crucificado na Câmara Municipal. No campo da comunicação, fundou em 1950 o semanário O Combate. O jornal, de cunho católico e combatente, era produzido de forma artesanal nos fundos de sua residência, onde ele próprio redigia e montava os textos letra por letra. Sob o lema 'uma folha a serviço do povo', o periódico tornou-se uma vitrine política e celeiro de novos talentos do jornalismo local. Reconhecido pelo porte elegante e pelo tratamento zeloso aos seus colaboradores, manteve sua atividade jornalística e o cargo de funcionário municipal até o fim da vida. Faleceu em 1970, sendo homenageado logo após sua morte com o nome de uma rua central em Jacareí e, posteriormente, com a denominação da Sala de Imprensa da Câmara Municipal, perpetuando seu legado como 'jornalista e homem público'.

Publicações

Quando a Imagem não Existia

Livro de 2002, escrito em coautoria com Fabiana Roberto Oliveira, sobre a radionovela no Brasil.

Selecione a foto de uma cadeira para consultar informações sobre o ocupante, o patrono e suas publicações.

Membros efetivos

Ocupam as cadeiras do quadro permanente e participam das sessões ordinárias.

Membros correspondentes

Escritores de outras cidades e estados que mantêm intercâmbio com a Academia.

Membros honorários

Personalidades distinguidas por relevantes serviços prestados à cultura.